TOCANTINÓPOLIS
TOCNOTÍCIAS Vocês Fazem a Notícia, Nós Apenas Divulgamos!
Siga-nos
Facebook Youtube Twitter

Polícias Civis Do Tocantins e Goiás Cumpre Mandados Judiciais Em Desfavor De Organização Especializada Em Extorsões Nos 26 Estados

Data do post: 31/08/2020 16:13:37 - Visualizações: (395) Imprimir

Secretaria de Segurança Pública-TOOperação Attack Mestre foi deflagrada na manhã desta sexta-feira, 28, e mandados foram cumpridos em Goiás e São Paulo.

Com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada na prática de extorsões após a utilização de ataques de Negação de Serviço Distribuído, conhecido como DDoS, acrônimo de Distributed Denial Of Service, em desfavor de Provedores de Conexão de Internet, as Polícias Civis do Tocantins e de Goiás deflagraram na manhã desta sexta-feira, 28, a operação Attack Mestre – DDoS. Conforme apurado, ao realizarem o ataque, os investigados interrompiam as conexões de internet banda larga de centenas de milhares de usuários (pessoas físicas e jurídicas) em todos os 26 Estados da Federação e no Distrito Federal.

A operação foi planejada pela Divisão Especializada de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), vinculada à Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO) da Polícia Civil do Tocantins e pela Delegacia Estadual de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC) da Polícia Civil de Goiás. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Goiás, além de dois mandados de prisão temporária. Um dos presos pela operação Attack Mestre é conhecido no mundo do crime pelos Topyari e Darkdante.

Conforme apurado, os investigados eram detentores de conhecimentos avançados no campo da tecnologia da informação e faziam uso de uma estrutura extremamente complexa, dotada de uma rede com diversos computadores infectados por BOTS, popularmente conhecida como “zumbis”. Durante essa interrupção, que afetava até mesmo a prestação de serviços essenciais, havia a extorsão em desfavor dos proprietários provedores para que pagassem valores em criptomoedas para poder ter o serviço reestabelecido.

Para a delegada-chefe da DRACCO, Cínthia Paula de Lima, a operação Attack Mestre mostra que o crime cibernético não se limita as divisões Estaduais. “São crimes com autores e vítimas com características multilocais. Temos autores em Goiás e São Paulo bem com vítimas em diversos Estados da Federação”, explica a Delegada ao ressaltar que, da mesma forma, o trabalho da polícia Civil alcança resultados incalculáveis e inibe a prática desse crime e todo o território Nacional sente o reflexo, “por isso tão importante as parceria com os Estados e o Ministério da Justiça”.

Os elementos informativos da operação Attack Mestre foram coletados no ambiente cibernético por meio de ações integradas entre as polícias judiciárias dos estados do Tocantins e Goiás e com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública por intermédio do Laboratório de Operações Cibernéticas – CIBERLAB (Coordenação Geral de Combate ao Crime Organizado/Diretoria de Operações/Secretaria de Operações Integradas) e da Unidade de Inteligência Policial do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro). Vital importância também a participação dos peritos da Superintendência da Polícia Científica do Tocantins que atuaram na captação de evidências no local da prática criminosa e da 78º Delegacia de Polícia de São Paulo (SP) e da Delegacia de Porto Feliz (SP)

Nome da Operação

A Operação Attack Mestre recebeu este nome em referência ao modo de controle exercido pelos investigados sobre os pontos que distribuem efetivamente os ataques. Sabe-se que tecnicamente o ataque conhecido como DDoS tem como principal característica o controle por um “Mestre” de vários outros “bots” escravos.

 

Fonte: Secretaria de Segurança Pública-TO

ATENÇÃO!
Os comentários do Portal Tocnoticias via Facebook, são de inteira responsabilidade do autor, comentários impróprios poderão ser denunciados pelos outros usuários, acarretando até mesmo na perda da conta no Facebook. Procure escrever de maneira clara para que todos possam entendê-lo. Evite o uso de palavrões, acusações sem provas, discriminação ou difamação.