Professora é Agredida a Socos e Ponta Pé por Pai de Aluno

Data do post: 26/03/2013 - Visualizações: 2650

O homem parecia transtornado e atacou a professora na porta da escola, agredindo-a com socos e ponta pés.

Noticia Livre            No município de Ourolândia (BA), na região de Jacobina, a agressão física contra uma educadora da rede municipal de ensino deixou revoltados os moradores do povoado de Alazão.

            Na sexta-feira (22), a professora Suelita Cândida dos Santos, que leciona no Colégio Altino Pereira, foi agredida a socos de ponta pés pelo pai de uma aluna em frente a escola.

            Segundo a professora, um homem chamado Dejacir Aprígio, que é esposo da coordenadora do educandário, teria chegado transtornado ao colégio, um pouco antes do inicio da primeira aula matinal, e partido para agressão. "Ele jogou a moto no chão a partir pra cima de mim, me dando socos no rosto e ponta pés pelo corpo, como se estivesse louco. A minha sorte foi o porteiro da escola que agiu rápido e evitou que ele continuasse me batendo. Eu poderia ter morrido de tanto apanhar ali na frente de alunos e professores", relata a vítima.

Noticia Livre            De acordo com a professora Suelita Cândida, tudo teria começado por uma briga entre dois alunos. Um garoto teria agredido uma coleguinha de classe, que é filha da coordenadora do colégio. "Ela (a coordenadora) veio até a minha sala para tirar satisfação com o garoto. Eu intercedi, e disse que ali, na frente dos demais alunos, não era local para se resolver aquele problema. Ela não gostou. No dia seguinte, fui surpreendida pelo marido dela que me espancou na porta do colégio", conta a professora.

            Socorrida por populares  Suelita Cândida foi medicada no Posto de Saúde de Ourolandia, indo em seguida à delegacia da cidade, onde prestou queixa contra o agressor.  Ela foi encaminhada à Coordenadoria Regional da Polícia Civil em Jacobina, onde a delegada de plantão expediu guia para exame de corpo delito.

            Nesta segunda-feira (25), acompanhada de outros professores, Suelita Cândida estava na cidade de Ourolândia para relatar o fato na Secretaria de Educação. Já nesta terça-feira (26), a professora procurou a Promotoria Pública, na ALPB, e nas emissoras de rádio. "Isso não pode ficar impune", desabafou.

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